SUGESTÕES DE CANTOS PARA CELEBRAÇÕES DOMINICAIS NO MÊS DE OUTUBRO – ANO A
- 27º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Domingo dos Vinhateiros homicidas
Abertura: Entoai ao Senhor, novo canto – nº 335
Um pouco além do presente – nº 386
Volta, meu povo – nº 395
Aclamação ao Evangelho: - ver a antífona do Lecionário Dominical
Comunhão: É bom estarmos juntos – nº 612
Nós somos muito – nº 637
Renovemos nossa vida – nº 197
Ao Pai agradecemos – nº 548
- 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Domingo da festa de casamento
Abertura: Somos gente nova – nº 339
Fiquei foi contente – nº 365
Alegres vamos – nº 349
Aclamação ao Evangelho: nº 419 – estrofe 4
Comunhão: Um rei fez um grande banquete – nº 608
O Senhor poderoso em amor – nº 648
Somos felizes – nº 620
- 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Domingo do tributo de César
Abertura: Povos todos, louvai ao Senhor – nº 373
Entoai ao Senhor, novo canto – nº 335
Louvai ao Criador – nº 336
Aclamação ao Evangelho: nº 421 – estrofe 2
Comunhão: Se eu não tiver amor – nº 605
Pão em todas as mesas – nº 285
- 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Domingo dos dois mandamentos
Abertura: Oi louvai ao Senhor – nº 540
Deus chama a gente – nº 380
O Senhor me chamou a viver – nº 354
Aclamação ao Evangelho: nº 415 estrofe 3
Comunhão: Se eu não tiver amor – nº 605
A vitória do amor – nº 296
- 31º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Domingo dos que dizem e não fazem
Abertura: Não me abandones – nº 325
Tu me conheces – nº 370
Aclamação ao Evangelho: nº 415 estrofe 3
Comunhão: Se eu não tiver amor – nº 605
O amor supremo – nº 636
Na mesa sagrada – nº 643
Pastoral Litúrgica Diocesana
“OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES”
CAMINHO DE ORAÇÃO E FONTE DE VIDA ESPIRITUAL
O costume de consagrar a Deus as primeiras horas e o findar de cada dia, é comum às religiões, está presente em tradições indígenas e é herança do judaísmo, de onde vieram Jesus e as primeiras comunidades cristãs.
O nome “Ofício” indica trabalho, serviço: o mesmo sentido da palavra “Liturgia” (urgia= ação, serviço). Podemos dizer que todo trabalho é de Deus, todo “ofício” é “divino”, toda a nossa vida é uma liturgia, se o que somos e fazemos têm a ver com o projeto de Deus, com a fé em Jesus e com o seu Espírito. Mas convencionou-se chamar Ofício Divino, especificamente, a celebração comunitária nas diversas horas do dia para louvar e dar graças a Deus pelo trabalho no mundo, sobretudo pela obra da redenção que culminou na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e para interceder que venha o seu Reino.
A Constituição do Concílio Vaticano II sobre a liturgia, a Sacrosanctum Concilium, reafirmou ser o Ofício Divino ação comunitária “para consagrar, pelo louvor a Deus, o curso diurno e noturno do tempo” (SC, n. 84), pertencente a toda a Igreja, e não somente ao clero (SC, n. 84 e 100). Também enfatizou que o Ofício Divino é oração que o próprio Cristo dirige ao Pai quando a Igreja, ora e salmodia (cf. SC, n. 7 e 83). Chamou a atenção para o Ofício Divino como “fonte de piedade e alimento da oração pessoal” (SC, n. 90).
Em 1988, foi elaborado o Ofício Divino das Comunidades, editado pela Paulus, uma versão da Liturgia das Horas em linguagem brasileira, acessível às nossas comunidades eclesiais. Representam um esforço de inculturação da Liturgia das Horas, com os mesmos elementos e estrutura, com a mesma teologia e espiritualidade, porém, mais simples e com uma linguagem orante, poética e musical, próxima da maioria do povo.
Muitas comunidades já se familiarizaram com esta “Liturgia das Horas”, principalmente em sua forma inculturada pelo Ofício Divino das Comunidades, que junta a tradição das comunidades cristãs primitivas, com a piedade popular e ainda com a espiritualidade da caminhada da libertação. Através destes Ofícios, celebrados em comunidade, ou às vezes a sós (em casa, a caminho do trabalho ou de volta para casa...) o Senhor nos alimenta com sua Palavra.
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